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1 de maio de 2010

Eu quis querer o que o vento não leva
Prá que o vento só levasse o que eu não quero
Eu quis amar o que o tempo não muda
Prá que quem eu amo não mudasse nunca
Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos
Bem devagar, ponderado
Perfeitamente equilibrado

Um comentário:

António disse...

Tantas vezes sinto o vento tocar-me e não o vejo, tantas vezes sonho com um beijo, que não beijo, tantas vezes me abraço, na anseia de abraçar um sonho.

Bjs