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5 de setembro de 2010


Você deve ler tudo o que eu escrevo sobre amor e sobre borboletas e achar que me entende completamente só porque viu minha face subjetiva. Você deve olhar pra mim, com minhas roupas e meus cabelos e achar que conhece toda a futilidade que me cabe. Só que você errou, Einstein. Errou porque você me julga pelo que vê e, assim, acaba subjulgando o meu poder de defesa. E acho que aqui cabe, até, um conselho de amigo: amor atacado vira bicho, vira fera, vira confusão. E na confusão todo mundo acaba saindo machucado porque, quando estão prestes à perder os que amam, as pessoas fazem o que sentem sem peneira, sem barreira, sem raciocinar.

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